Mentiras Históricas #2 - O fruto proibido não era uma maçã





Essa é uma nova série de matérias da Revista Readaholics que vai trazer, em cada novo capítulo, uma série de histórias “inventadas”, e que poucos sabem que não passam de velhas mentiras e sabem a verdadeira versão. A Série “Mentiras Históricas” terá quatro capítulos, nesse segundo capítulo, vamos falar sobre uma mentira envolvendo um erro ocorrido na primeira tradução das escrituras bíblicas.



Seja você, religioso ou não, certamente já ouviu falar na história de Adão e Eva, presente no Antigo Testamento bíblico.

Na história, Eva e Adão foram punidos após Eva desobedecer Deus. Ele impôs apenas uma regra para que os dois pudessem viver no paraíso em paz e harmonia, nenhum deles, deveriam comer o fruto de uma certa árvore do paraíso, esse fruto iria ocasionar em coisas horrendas em suas vidas.

Segundo consta no Antigo Testamento, Eva comeu o fruto e partilhou com Adão, após ser sido “influenciada” por uma serpente que falava.

Acontece que, esse fruto, uma maçã, de acordo com que nos foi dito, não era na verdade uma maçã. O erro aconteceu durante a tradução do livro de Gênesis por Aquila Pôntico que, possivelmente, deve ter confundido as palavras, ou pensou em uma adaptação mais fácil de compreender para o fruto proibido.

Aquila pode ter sido culpado pela ideia de que a maçã seja o fruto proibido ao ligar a figura da macieira no Cântico de Salomão ao fruto do livro de Gênesis, tornando-se, assim, a maçã o tal fruto proibido por Deus a Adão e Eva.

Em momento algum as escrituras relacionam a maçã com o fruto proibido. Teólogos acreditam que, esse tal fruto, se tratava de um figo, por Adão e Eva utilizaram como vestimentas as folhas da figueira. Outros teólogos sustentam a tese de que o fruto seria uvas ou trigo.

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